Marinheiro

Minha embarcação jogada ao mar range
Como se fosse partir
Cruza as guerras do oceano pacífico
Mas finca sobre a maré
Sem levantar bandeira branca
Senão a vela alva que doma o destino.

Há um farol de nome Esperança
Vagalumeando em noites sombrias
Há sempre um cais por perto
onde se pode ancorar em ombro amigo.

Nós, navegantes, ainda que todos sós
Nunca estamos sozinhos
Há num peito uma bússola
Nos pés um timão
Ninguém possui mapa
Navegamos com coragem e dúvida
na desconhecida escuridão.

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Poeta e escritor. Integrante do portal Fazia Poesia. Instagram: @purapoesiaa. Gostou do conteúdo? Se inscreva no link: https://adriel-alves.medium.com/subscribe

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